Contorno da seção

    • Boas vindas! 

      Este curso híbrido visa desenvolver aspectos sobre direitos fundamentais e legislação aplicada às crianças atípicas; comunicação social e mobilização comunitária; articulação institucional e participação em espaços de controle social.

  • Conteúdo Programático


    Unidade I – Estrutura e Funcionamento dos Conselhos de Direitos
    e Conselhos Setoriais


    ● Democracia participativa e controle social.
    ● Estrutura dos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente.
    ● Conselhos de Políticas Públicas: Saúde, Educação, Assistência Social, Direitos da Pessoa com Deficiência e demais conselhos setoriais.
    ● Competências, composição e funcionamento.
    ● Papel da sociedade civil na formulação e fiscalização das políticas públicas.
    ● Conferências, fóruns e espaços colegiados de participação.


    Unidade II – Participação Social no Município e no Estado
    ● Instrumentos de participação social.
    ● Organização administrativa dos municípios e dos estados.
    ● Planejamento governamental e políticas públicas.
    ● Conferências, consultas públicas e audiências públicas.
    ● Participação da sociedade civil na elaboração, acompanhamento e avaliação das
    políticas públicas.
    ● Redes colaborativas e fortalecimento da cidadania ativa.


    Unidade III – Advocacy e Incidência Política
    ● Conceitos e fundamentos de advocacy.
    ● Incidência política e promoção de direitos.
    ● Construção de agendas públicas.
    ● Articulação institucional e diálogo com gestores públicos.
    ● Mobilização social e fortalecimento das organizações da sociedade civil.
    ● Estratégias para influência legítima na formulação de políticas públicas.
    ● Comunicação estratégica para incidência política.


    Unidade IV – Elaboração de Propostas e Pautas Institucionais
    ● Técnicas para elaboração de propostas e recomendações.
    ● Construção de pautas para conselhos de direitos.
    ● Formulação de moções, pareceres e manifestações técnicas.
    ● Apresentação de demandas em audiências públicas.
    ● Organização de documentos institucionais.
    ● Estratégias para negociação e construção de consensos.
    ● Monitoramento das deliberações e acompanhamento das decisões.


    Unidade V – Ética, Representatividade e Liderança Social
    ● Princípios éticos da representação institucional.
    ● Responsabilidade social e compromisso com o interesse coletivo.
    ● Transparência, prestação de contas e legitimidade.
    ● Liderança colaborativa e mediação de conflitos.
    ● Diversidade, inclusão e participação democrática.
    ● Fortalecimento das redes de cooperação.
    ● Atuação das mães atípicas como lideranças comunitárias e defensoras dos direitos humanos.


    Competências Desenvolvidas
    Ao concluir o curso, a participante será capaz de:
    ● compreender a estrutura e o funcionamento dos conselhos de direitos e demais
    espaços institucionais de participação social;
    ● participar de processos de formulação, acompanhamento e avaliação de políticas
    públicas voltadas às crianças atípicas;
    ● utilizar estratégias de advocacy e incidência política para fortalecimento da defesa
    de direitos;
    ● elaborar propostas, recomendações, pautas e documentos técnicos destinados aos
    conselhos, audiências públicas e órgãos governamentais;
    ● exercer a representação institucional com ética, responsabilidade, transparência e
    compromisso com o interesse coletivo;
    ● atuar como liderança comunitária, fortalecendo a participação social e a articulação
    entre organizações da sociedade civil e o poder público.

    Bibliografia Básica
    BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
    BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente.
    BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com
    Deficiência.
    BRASIL. Lei nº 14.344, de 24 de maio de 2022. Institui mecanismos para prevenção e
    enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a criança e o adolescente.
    DIGIÁCOMO, Murillo José; DIGIÁCOMO, Ildeara Amorim. Estatuto da Criança e do
    Adolescente Anotado e Interpretado. Curitiba: Ministério Público do Estado do Paraná.

  • Ementa


    Fundamentos da comunicação social como instrumento de participação cidadã,
    fortalecimento comunitário e defesa dos direitos das crianças atípicas. Estudo das técnicas
    de comunicação assertiva e comunicação não violenta aplicadas à mediação de conflitos, à
    construção do diálogo e à incidência em espaços institucionais. Planejamento estratégico
    da comunicação para mobilização social, utilização das redes sociais como ferramentas de
    informação, conscientização e engajamento comunitário. Relação com a imprensa local e
    regional, produção de pautas de interesse público e fortalecimento da visibilidade das
    causas relacionadas às crianças atípicas. Planejamento, organização e execução de
    campanhas de sensibilização voltadas à promoção da inclusão, combate ao preconceito e
    fortalecimento das redes de proteção. Produção de conteúdos acessíveis e inclusivos,
    considerando princípios de acessibilidade comunicacional, linguagem simples, diversidade e
    respeito aos direitos humanos. Desenvolvimento de estratégias de comunicação para
    ampliar a participação social, fortalecer a Rede de Mães Atípicas e promover a defesa dos
    direitos das crianças e adolescentes.


    Conteúdo Programático


    Unidade I – Comunicação Assertiva e Comunicação Não Violenta
    ● Fundamentos da comunicação interpessoal.
    ● Comunicação assertiva como instrumento de defesa de direitos.
    ● Comunicação passiva, agressiva e assertiva.
    ● Princípios da Comunicação Não Violenta (CNV).
    ● Escuta ativa, empatia e mediação de conflitos.
    ● Comunicação em reuniões, audiências e espaços de participação social.
    ● Estratégias para negociação e construção de consensos.


    Unidade II – Redes Sociais para Mobilização Comunitária
    ● Comunicação digital e participação cidadã.
    ● Planejamento estratégico para utilização das redes sociais.
    ● Características e potencialidades das principais plataformas digitais.
    ● Produção de conteúdos informativos e educativos.
    ● Ética, responsabilidade e combate à desinformação.
    ● Mobilização comunitária por meio das redes sociais.
    ● Organização de campanhas e fortalecimento das redes de apoio.


    Unidade III – Relação com a Imprensa e Comunicação Institucional
    ● Papel da imprensa na promoção dos direitos humanos.
    ● Relacionamento com rádios, jornais, televisão e portais de notícias.
    ● Construção de pautas de interesse público.
    ● Técnicas para entrevistas e comunicação com jornalistas.
    ● Organização de informações e apresentação de dados confiáveis.
    ● Comunicação institucional e fortalecimento da imagem da Rede.
    ● Transparência, credibilidade e responsabilidade na divulgação de informações.


    Unidade IV – Planejamento e Execução de Campanhas de
    Sensibilização
    ● Conceitos e fundamentos das campanhas de mobilização social.
    ● Planejamento estratégico de campanhas comunitárias.
    ● Definição de objetivos, público-alvo e mensagens-chave.
    ● Produção de materiais educativos.
    ● Organização de eventos, rodas de conversa e ações comunitárias.
    ● Avaliação do alcance e dos resultados das campanhas.
    ● Mobilização social para promoção da inclusão e garantia de direitos.


    Unidade V – Produção de Conteúdo Acessível e Inclusivo
    ● Comunicação acessível como direito fundamental.
    ● Linguagem simples e comunicação inclusiva.
    ● Produção de conteúdos acessíveis para redes sociais e materiais educativos.
    ● Descrição de imagens, legendagem e recursos básicos de acessibilidade digital.
    ● Autodescrição e boas práticas em eventos presenciais e virtuais.
    ● Comunicação anticapacitista e respeito à diversidade.
    ● Princípios de acessibilidade comunicacional aplicados às ações da Rede de Mães
    Atípicas.


    Competências Desenvolvidas
    Ao concluir o curso, a participante será capaz de:
    ● utilizar técnicas de comunicação assertiva e comunicação não violenta em processos de diálogo, negociação e defesa de direitos;
    ● planejar estratégias de comunicação para mobilização comunitária e fortalecimento da participação social;
    ● utilizar redes sociais de forma ética, responsável e estratégica para informar, sensibilizar e mobilizar a comunidade;
    ● relacionar-se com veículos de comunicação e produzir mensagens de interesse
    público voltadas à promoção dos direitos das crianças atípicas;
    ● planejar e executar campanhas de sensibilização social voltadas à inclusão e ao enfrentamento do preconceito;
    ● produzir conteúdos acessíveis e inclusivos, promovendo comunicação democrática, respeito à diversidade e ampliação da participação cidadã.


    Bibliografia Básica
    CASTELLS, Manuel. Redes de indignação e esperança: movimentos sociais na era da internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.
    FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
    KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. São Paulo: Summus, 2003.
    PERUZZO, Cicilia Maria Krohling. Comunicação nos Movimentos Populares: a participação na construção da cidadania. Petrópolis: Vozes, 1998.
    ROSENBERG, Marshall B. Comunicação Não Violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. São Paulo: Ágora, 2006.
    SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.
    WERNECK, Claudia. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. Rio de Janeiro: WVA, 1997.

  • Ementa


    Fundamentos da participação cidadã, da democracia participativa e do controle social na
    formulação, implementação e monitoramento das políticas públicas voltadas à infância,
    adolescência e pessoas com deficiência. Estudo da estrutura, competências e
    funcionamento dos conselhos de direitos e conselhos setoriais nas diferentes esferas de
    governo. Processos de participação social nos âmbitos municipal, estadual e federal, com
    ênfase na atuação da sociedade civil organizada. Ferramentas de advocacy, incidência
    política e articulação institucional para fortalecimento da defesa dos direitos das crianças
    atípicas. Elaboração de propostas, recomendações, moções, pautas e contribuições
    técnicas destinadas aos conselhos de direitos, conferências, audiências públicas e câmaras
    legislativas. Princípios éticos da representação social, liderança participativa, diálogo
    interinstitucional e fortalecimento das redes colaborativas para promoção da cidadania, da
    inclusão e do controle democrático das políticas públicas.


    Conteúdo Programático


    Unidade I – Estrutura e Funcionamento dos Conselhos de Direitos e Conselhos Setoriais
    ● Democracia participativa e controle social.
    ● Estrutura dos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente.
    ● Conselhos de Políticas Públicas: Saúde, Educação, Assistência Social, Direitos da Pessoa com Deficiência e demais conselhos setoriais.
    ● Competências, composição e funcionamento.
    ● Papel da sociedade civil na formulação e fiscalização das políticas públicas.
    ● Conferências, fóruns e espaços colegiados de participação.


    Unidade II – Participação Social no Município e no Estado
    ● Instrumentos de participação social.
    ● Organização administrativa dos municípios e dos estados.
    ● Planejamento governamental e políticas públicas.
    ● Conferências, consultas públicas e audiências públicas.
    ● Participação da sociedade civil na elaboração, acompanhamento e avaliação das
    políticas públicas.
    ● Redes colaborativas e fortalecimento da cidadania ativa.


    Unidade III – Advocacy e Incidência Política
    ● Conceitos e fundamentos de advocacy.
    ● Incidência política e promoção de direitos.
    ● Construção de agendas públicas.
    ● Articulação institucional e diálogo com gestores públicos.
    ● Mobilização social e fortalecimento das organizações da sociedade civil.
    ● Estratégias para influência legítima na formulação de políticas públicas.
    ● Comunicação estratégica para incidência política.


    Unidade IV – Elaboração de Propostas e Pautas Institucionais
    ● Técnicas para elaboração de propostas e recomendações.
    ● Construção de pautas para conselhos de direitos.
    ● Formulação de moções, pareceres e manifestações técnicas.
    ● Apresentação de demandas em audiências públicas.
    ● Organização de documentos institucionais.
    ● Estratégias para negociação e construção de consensos.
    ● Monitoramento das deliberações e acompanhamento das decisões.


    Unidade V – Ética, Representatividade e Liderança Social
    ● Princípios éticos da representação institucional.
    ● Responsabilidade social e compromisso com o interesse coletivo.
    ● Transparência, prestação de contas e legitimidade.
    ● Liderança colaborativa e mediação de conflitos.
    ● Diversidade, inclusão e participação democrática.
    ● Fortalecimento das redes de cooperação.
    ● Atuação das mães atípicas como lideranças comunitárias e defensoras dos direitos
    humanos.


    Competências Desenvolvidas
    Ao concluir o curso, a participante será capaz de:
    ● compreender a estrutura e o funcionamento dos conselhos de direitos e demais espaços institucionais de participação social;
    ● participar de processos de formulação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas voltadas às crianças atípicas;
    ● utilizar estratégias de advocacy e incidência política para fortalecimento da defesa de direitos;
    ● elaborar propostas, recomendações, pautas e documentos técnicos destinados aos conselhos, audiências públicas e órgãos governamentais;
    ● exercer a representação institucional com ética, responsabilidade, transparência e compromisso com o interesse coletivo;
    ● atuar como liderança comunitária, fortalecendo a participação social e a articulação entre organizações da sociedade civil e o poder público.


    Bibliografia Básica
    AVRITZER, Leonardo. Democracia e os Três Poderes no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.
    BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
    BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente.
    DAGNINO, Evelina. Sociedade Civil e Espaços Públicos no Brasil. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
    GOHN, Maria da Glória. Conselhos Gestores e Participação Sociopolítica. São Paulo: Cortez, 2011.
    GOHN, Maria da Glória. Movimentos Sociais e Redes de Mobilizações Civis no Brasil Contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2013.
    TEIXEIRA, Elenaldo Celso. O Papel das Políticas Públicas no Desenvolvimento Local e na Transformação da Realidade. Salvador: AATR, 2002.

  • Ementa


    Fundamentos da gestão de projetos sociais aplicados ao Terceiro Setor e às organizações
    da sociedade civil. Estudo dos princípios, etapas e instrumentos de planejamento,
    monitoramento e avaliação de projetos sociais, com ênfase na utilização de metodologias
    participativas e ferramentas de gestão. Análise das principais fontes de financiamento
    público e privado, mecanismos de captação de recursos e construção de parcerias
    institucionais. Elaboração de projetos para editais de financiamento, programas
    governamentais, empresas e organismos nacionais e internacionais. Princípios da gestão
    financeira, prestação de contas, transparência, monitoramento de resultados e
    accountability como instrumentos de fortalecimento institucional, sustentabilidade
    organizacional e promoção da confiança pública

    Conteúdo Programático


    Unidade I – Fundamentos da Gestão de Projetos Sociais
    ● Conceitos, princípios e características dos projetos sociais.
    ● Ciclo de vida dos projetos: diagnóstico, planejamento, execução, monitoramento e avaliação.
    ● Identificação de problemas, necessidades e públicos beneficiários.
    ● Definição de objetivos, metas, resultados e impactos.
    ● Gestão participativa e fortalecimento das organizações da sociedade civil.
    ● Sustentabilidade institucional e desenvolvimento territorial.


    Unidade II – Ferramentas de Planejamento, Monitoramento e
    Avaliação
    ● Planejamento estratégico aplicado a projetos sociais.
    ● Construção do Marco Lógico.
    ● Aplicação da ferramenta 5W2H.
    ● Elaboração de cronogramas físicos e financeiros.
    ● Indicadores de desempenho, resultados e impacto social.
    ● Monitoramento, avaliação e melhoria contínua.
    ● Gestão baseada em evidências.


    Unidade III – Captação de Recursos e Fontes de Financiamento
    ● Panorama do financiamento do Terceiro Setor.
    ● Editais públicos municipais, estaduais e federais.
    ● Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente.
    ● Emendas parlamentares.
    ● Empresas, fundações e institutos privados.
    ● Cooperação nacional e internacional.
    ● Construção de parcerias estratégicas e redes colaborativas.
    ● Estratégias para diversificação das fontes de recursos.


    Unidade IV – Elaboração de Projetos para Editais e Parcerias
    ● Estrutura técnica de projetos sociais.
    ● Diagnóstico, justificativa e fundamentação.
    ● Objetivos, metas e plano de trabalho.
    ● Metodologia, indicadores e avaliação.
    ● Plano de aplicação de recursos e orçamento.
    ● Cronograma físico-financeiro.
    ● Adequação às exigências de editais públicos e privados.
    ● Formalização de parcerias institucionais.


    Unidade V – Prestação de Contas, Transparência e Governança
    ● Princípios da gestão responsável dos recursos públicos e privados.
    ● Prestação de contas financeira e técnica.
    ● Organização documental.
    ● Transparência e accountability.
    ● Controle interno e gestão de riscos.
    ● Boas práticas de governança no Terceiro Setor.
    ● Ética na gestão de projetos sociais.
    ● Sustentabilidade institucional e fortalecimento da confiança pública.

    Competências Desenvolvidas
    Ao concluir o curso, a participante será capaz de:
    ● compreender os fundamentos da gestão de projetos sociais e sua aplicação nas
    organizações da sociedade civil;
    ● utilizar ferramentas de planejamento, monitoramento e avaliação para estruturar
    projetos consistentes;
    ● identificar oportunidades de financiamento e estabelecer parcerias estratégicas para
    fortalecimento institucional;
    ● elaborar projetos sociais compatíveis com os requisitos de editais públicos e privados;
    ● organizar processos de gestão financeira e prestação de contas em conformidade com os princípios da transparência e da responsabilidade administrativa;
    ● contribuir para a sustentabilidade da Rede de Mães Atípicas por meio da gestão qualificada de projetos e da mobilização de recursos.

    Bibliografia Básica
    ARMANI, Domingos. Como Elaborar Projetos? Guia Prático para Elaboração e Gestão de Projetos Sociais. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2009.
    BRASIL. Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil – Lei nº 13.019, de 31 de julho de 2014.
    COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de Projetos Sociais. Petrópolis: Vozes, 2013.
    FUNDAÇÃO ITAÚ SOCIAL. Avaliação Econômica de Projetos Sociais. São Paulo: Itaú Social.
    PFEIFFER, Peter. O Quadro Lógico: um método para planejar e gerenciar mudanças. Brasília: ENAP.
    TENÓRIO, Fernando Guilherme. Gestão de ONGs: principais funções gerenciais. Rio de Janeiro: FGV.